quarta-feira, 12 de abril de 2017

Maior produtora de sheelita do RN recebe alvará de prefeitura e retoma atividades.

Fonte:djaildo.
A prefeitura municipal de Bodó (RN) emitiu, na sexta-feira (7), o alvará de funcionamento para a mina de sheelita, minério de tungstênio, da Bodó Mineração. Sem o alvará, a mineradora não renovou certificado que permite o uso de explosivos e colocou 95 empregados em folga remunerada. Com apenas 2.400 habitantes, parte da população protestou contra o possível fechamento da empresa.

O alvará foi entregue na manhã de sexta-feira (7), pelo prefeito, em uma pequena cerimônia. A Prefeitura Municipal de Bodó divulgou nota de esclarecimento em que afirma que “o deferimento do alvará, em atenção ao interesse público, ocorreu com a exigência de condicionantes legais, fato já noticiado a empresa e a comissão de trabalhadores”.

Segundo porta-voz da Bodó Mineração, a empresa já tem pessoas em Natal (RN) que tratam da liberação da documentação necessária junto ao Exército do Brasil,para que a empresa volte a ter acesso a explosivos e possa reiniciar a produção em subsolo. Com a falta do alvará municipal, a mineradora não foi capaz de renovar o certificado, emitido pelo Exército, que permite o estoque, manuseio e uso de explosivos.

Agora, a Bodó Mineração terá que passar por uma nova vistoria para receber o certificado. “Acredito que ate a segunda feira (17) já teremos explosivos na mina”, disse o diretor Maurício França, da Bodó Mineração, em contato por telefone com o Notícias de Mineração Brasil (NMB). Segundo ele, parte do pessoal de subsolo que estava de folga já retornou ao trabalho para deixar a mina pronta para retomar a produção. Enquanto isso não acontece, França diz que as equipes estão trabalhando em uma camada friável, com o uso de rompedores. A Bodó Mineração pertence a Brazil Tungsten Holdings.

Exportação aumentou 66%

Nos três primeiros meses deste ano, o Brasil exportou 98 toneladas de minério e concentrados de tungstênio. O volume de 92 toneladas foi vendido para a Holanda, enquanto a Áustria recebeu 6 toneladas. Na comparação com o primeiro trimestre de 2016, quando foram exportadas 59 toneladas, houve um aumento de 66%. Os dados são do sistema Aliceweb, da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

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